sábado, 29 de outubro de 2011

Por um

fio.

Hoje dei mais um passo minúsculo neste campo de batalha onde ainda não me encontrei porque nem sequer me perdi... não me deixei perder, entregar-me e não ter medo de sentir e ser quem realmente sou!... cairei onde tiver de cair... E se for no chão? será a ultima vez, isso é garantido... só assim poderás um dia realmente levantar-te e sentires-te levantada! vá la... é por mim, será sempre por mim! quando aprendes o que isso realmente significa?!

Será o que tiver de ser... Já chega.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A casa que me construiu


Onde trepei as mais altas montanhas sem nunca ter medo de cair, mesmo caindo várias vezes.
Onde adultos brincavam como crianças e as crianças brincavam de adultos.
Onde adormecia rodeada de planetas e animais brilhantes espalhados pelas paredes e o tecto...
Onde chorei que me matei por perder o meu anel do tweety e por a minha irmã se recusar a comprar-me o bolo de arroz das sextas-feiras.
Onde a família cabia toda apertada e se ouviam as conversas em todas as assoalhadas... Onde durante o banho se escutava o noticiário e decorava-se a tabuada e ao deitar ouvia-se o futebol na televisão do vizinho do 7ºandar... Ou a criança que jogava ao berlinde no corredor por cima do meu... Onde me debruçava a atirar os brinquedos do kinder surpresa para a rua e escondia-me a seguir. Onde arrumava com os joelhos e algo mais esfolados a bicicleta cor-de-rosa, roda 16, sem rodinhas, na pequena varanda...
Onde me sentava no teu colo e interrompia as tuas longas horas a cozer no sofá... e corria e me metia dentro do guarda-fato ou do cesto da roupa suja quando fazia alguma asneira...
Onde olhava para trás e via a mãe na cozinha, para a direita e via o pai a trabalhar e para a frente a minha irmã a estudar... E assim adormecia mirada pelo candeeiro do pequeno corredor que percorria aquela simples, humilde, sempre cheia e perfeita casa...

http://www.youtube.com/watch?v=DQYNM6SjD_o&feature=relmfu

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Outono


Está a chegar e eu detesto-o.

Este "quase" maníaco que o Outono trás.
Do medo de cair em mais um buraco negro invernoso cheio de remoinhos que não me vão deixar respirar outra vez!
Outono, odeio o Outono! Só pelo simples facto de a seguir vir o Inverno, e de não ter comigo um sol de Verão que me va manter quente... Por esse sol nunca ter existido...

Não consegui... outra vez. Foi quase...

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Mentes artísticas

Um mundo onde só os melhores podem ser avaliados, porque só os melhores podem ter valor. Um mundo em que ser invulgar ou único não é suficiente, mas sim, ser inovador. Bom não chega. Muito bom talvez. Diferente e novo, é perfeito. E mesmo assim, Perfeito por vezes é pouco. Injusto? Não... só não dá para todos, nem é qualquer um... mas uma pessoa assim, pode nascer em qualquer lado...

Espero ser uma delas.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Tenho saudades... não sei bem se apenas de ti ou de nós... Ou simplesmente de tudo o que senti.

domingo, 16 de outubro de 2011

Eu própria

Ninguém pode compreender-me melhor do que eu a mim própria. Ninguém gosta de mim ou gostará mais de mim do que eu. Ninguém sente e sabe melhor de mim do que eu própria. Se naquele momento eu choro, é porque tenho todos e mais alguns motivos para o fazer, é porque dói e sinto, e as lágrimas vertem sem nenhuma ordem consciente. Se me fizeres chorar é bom que saibas que és o único/a culpado/a, porque eu nunca gostei de chorar (quem gosta?). Se me fizeres rir, também. As pessoas sentem, é por isso que choram, riem, se envergonham, sentem medo, pânico, raiva... independentemente de parecer aos outros que têm ou não motivo para isso... eu só reajo ao que sinto. Eu até posso saber representar pessoas alegres, pessoas cómicas, autênticos personagens isentos de sentimentos, que contam histórias e falam como se nada neste mundo os afectasse (toda a gente sabe fazer isto). Mas jamais consegui representar a tristeza sem a sentir dentro de mim, jamais dei a gargalhada sincera sem vir de bem cá dentro, jamais me irritei sem o meu coração se exaltar e a cabeça encher como um balão. Quem me conhece sabe identificar qualquer um destes momentos, e claro, eu sou a que melhor o sabe, porque só eu me conheço na totalidade do que sou.

Já me lembrei!

Não forces... nunca mesmo.
Expira primeiro.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

domingo, 9 de outubro de 2011

Como toda a gente diz ser

Eu queria tanto, mas tanto... acham que eu não queria também? é claro que quero, mas não tenho hipótese senão esperar que calhe a mim, que seja eu, que um dia seja eu por fim!... que um dia não esteja enganada, que um dia quando acreditar, desejar e sentir, seja real! diferente, como toda a gente diz ser.

sábado, 8 de outubro de 2011

Amor?

São todos iguais, as histórias são sempre as mesmas e eu ainda continuo a acreditar que o final vai ser diferente!

Amor? um dia... é a resposta que todos me dão.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Cala-te

Tenho a certeza que se me tivesses conseguido olhar nos olhos, te terias simplesmente calado... (Nunca estivemos tão cegos!) Eu ainda me lembro dos teus... E como por vezes ainda dói... só pelo simples facto de nos conseguirmos lembrar...

Dizem que o amor é cego... mas o ódio... é bem, bem mais.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Suspensa


É claro que podia estar tudo bem agora, mas não está. Está apenas melhor... e essa é a única certeza que precisamos de ter para saber que a cada dia que acordarmos vamos sentir-nos mais perto do tal "bem".

Valeu a pena... aliás, Vale sempre a pena.

Um dia vou à lua, só para te ver! ...e a gravidade não me vai deixar cair quando não me deres valor por o ter feito.

- Sabes que hoje é a última vez que me vês, não sabes?
- Achas que te livras assim de mim?
- Não...
- Quem sabe o que virá?
- Até um dia... então.
- Até já...

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Gramaticamente falando

Encontrei-me.
Encontrei-te.
O 'me' antes do 'te', e o travessão a separar o verbo da pessoa. Incrível como as leis da gramática funcionam tão bem, feitas à medida da realidade, e foi sempre tudo tão real...

PS: um dia tudo será melhor.

STOP

The ground dropped out from beneath my feet,
My heart stopped and played it's final beat.
The clocks stopped and time don't mean a thing,
The bombs dropped and silenced everything...


One of these days... You'll know it. (I hope so)

------ - - - ---- - - - - - - -
-- - - -
- - - -- -
STOP

...2x Stop
...3x Stop.
(just to confirm! ;) )

domingo, 18 de setembro de 2011

Frustração negra

Lutaste, obtiveste, mereceste, mas não conseguiste, não foi suficiente.
é... mais do que frustrante.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Blindness


Como se estivesse a caminhar em direcção àquela tal luz branca... uma luz grande e branca prestes a definir-se a qualquer momento... a qualquer altura... e tudo pode surgir dela. Cega outra vez, é certo... mas desta vez, a cegueira levará-me a uma única verdade absoluta, sem enganos, ilusões ou promessas... Desta vez não é uma luz ao fundo do túnel, é o encadeamento dessa própria luz depois de ter saído do túnel... e que por enquanto é tão boa, tão quente e acolhedora... espero que não seja a mesma que um dia me fez entrar nele.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Riscos

Quando a folha está branca, tudo é possível de pintar! Mas nem tudo ficará tão bem, quanto as cores com que um dia alguém pintou o céu, ou a relva, ou o amor... por isso, inventa a tua cor, inventa o teu próprio lápis e risca até te apetecer, até partires o bico com a extrema vontade de preencher esse branco, sem medos, sem arrependimentos e com uma extrema vontade de pintar a folha seguinte! Mas com o extremo cuidado de não vincar a folha de baixo, para que a pagina seguinte seja sempre outra novamente lisa, branca e limpa... mais um pedaço da tua memória, do teu interior, que vais folhear mais tarde quando e sempre que te apetecer!