Sofro num silêncio angustiante... nunca ninguém me tinha dito que o amor, mesmo quando há amor, era assim.
E será que há mesmo amor? onde foi realmente o nosso amor? tem dias que o sinto, que me lembro como era, e não foi assim há tanto tempo... fazemos hoje sim, mesmo que tu não te queiras lembrar, 3 meses... é simplesmente tão pouco, mas tão denso, que não há um milímetro da minha vida que não passe por ti, onde não choque com algo teu, onde não tropece no teu desodorizante ou numa camisola que cá ficou por casa.
Apesar de tudo isto... Amo-te, nem mais nem menos, amo-te simplesmente, e não consigo imaginar nada da minha vida sem ti.
É... tão assustador.
sexta-feira, 20 de março de 2015
terça-feira, 17 de março de 2015
Hoje amas-me menos do que ontem
Sinto-me gaga de tanta dor... e analfabeta.
Hoje dói tanto que me custa escrever... ainda não estou em mim, talvez para a semana o esteja,
ou não.
Resta-me apenas acreditar que tudo isto não me levou a um poço outra vez, um mais fundo ainda que todos os outros.
Hoje... sei que me amas menos do que ontem.
E amanhã?
Eu lutar sozinha não chega... não chega mesmo! desistis-te de mim como se eu fosse aquele cigarro que com todas as forças evitas fumar. Fui só mais um vício... um fraco vício, que tu colocas por baixo de todo o teu orgulho e engoles com todos esses teus abafados sentimentos... Se ao menos eu fosse um daqueles vícios dos quais dependes sem os conseguires largar, e tudo o que passamos e me disses-te não tenho sido só mais uma moda... uma dessas histórias da minha vida que estou tão cansada de ouvir!
bolas... bolas... ama-me e pronto! porque não chega??
Hoje dói tanto que me custa escrever... ainda não estou em mim, talvez para a semana o esteja,
ou não.
Resta-me apenas acreditar que tudo isto não me levou a um poço outra vez, um mais fundo ainda que todos os outros.
Hoje... sei que me amas menos do que ontem.
E amanhã?
Eu lutar sozinha não chega... não chega mesmo! desistis-te de mim como se eu fosse aquele cigarro que com todas as forças evitas fumar. Fui só mais um vício... um fraco vício, que tu colocas por baixo de todo o teu orgulho e engoles com todos esses teus abafados sentimentos... Se ao menos eu fosse um daqueles vícios dos quais dependes sem os conseguires largar, e tudo o que passamos e me disses-te não tenho sido só mais uma moda... uma dessas histórias da minha vida que estou tão cansada de ouvir!
bolas... bolas... ama-me e pronto! porque não chega??
quarta-feira, 11 de março de 2015
Agarrar-me ao bom, ter consciência do que é mau,
tem de ser.
Ao início temos medo porque é o início. A meio começamos a ter medo que não passe dali. Ao fim de uns meses temos medo que acabe aquilo que já dura à um bom tempo? Qual é o momento no amor em que deixamos de sentir medo? Quando é que eu vou deixar de ter medo? e deixar de sentir esta angústia que por vezes quase me sufoca sem motivo... Quero tanto resolver tudo isto sozinha, tanto!
ahhh... queria tanto simplificar... estabilizar tudo de novo na minha vida, sem te tirar da equação, porque tu consegues torná-la tão melhor! mas às vezes... acho que tudo simplesmente se complica e piora...
Ajuda-me. Entende-me.
Pois eu amo-te tanto, tanto...
tem de ser.
Ao início temos medo porque é o início. A meio começamos a ter medo que não passe dali. Ao fim de uns meses temos medo que acabe aquilo que já dura à um bom tempo? Qual é o momento no amor em que deixamos de sentir medo? Quando é que eu vou deixar de ter medo? e deixar de sentir esta angústia que por vezes quase me sufoca sem motivo... Quero tanto resolver tudo isto sozinha, tanto!
ahhh... queria tanto simplificar... estabilizar tudo de novo na minha vida, sem te tirar da equação, porque tu consegues torná-la tão melhor! mas às vezes... acho que tudo simplesmente se complica e piora...
Ajuda-me. Entende-me.
Pois eu amo-te tanto, tanto...
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