Como a melhor cartada de copas, onde o objectivo é alcançar o mínimo pontos possível, e fazer os outros alcançarem-nos com cartas de ouro que valem 1 ponto e a de dama de espadas que vale 13... quando temos o azar de apanhar com muitas dessas cartas perdemos a ronda porque ficamos com muitos pontos... Mas, quando apanhamos todas essas cartas (o que é raríssimo) essa carrada de pontos é acrescentada em todos os jogadores e nós ganhamos... onde o conjunto de muito azar, vira a nossa maior sorte! está ganho! O problema... o problema é quando não aproveitamos bem essa ronda e depois perdemos nas outras... e acabamos por perder mesmo o jogo...
Há que saber jogar...
Será desta? Ai como merecia...
quinta-feira, 30 de junho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Leitura
Eu escrevo porque gosto de escrever. Escrevo de tudo sobre tudo, naquele momento, lugar, o que me apetecer, sobre quem eu quiser e principalmente sobre eu própria e ninguém tem nada a ver com isso, e ninguém vai realmente saber o que significa, excepto EU! Escrevo porque é meu, porque quero deixá-lo bem escrito! Escrevo para um dia mais tarde abraçar-me e dizer: "Já passou... está tudo bem" e sorrir.
(Pres)sentimentos
Tudo o que sempre pressenti, suspeitei e pensava, foi sempre verdade! eu sempre soube, sempre pareceu e até era... o problema, é que só dou importância ao que pressenti no passado, e não penso naquilo que agora pressinto, realmente parece e é, hoje.
E como os parênteses separam bem as duas palavras...
E como os parênteses separam bem as duas palavras...
domingo, 26 de junho de 2011
Estalos
Sou como um vidro... estalado. Um vidro estalado de tanto estalar, estalos sem mão, estalos com braço e que continua a deixar que lhe atirem pedras e teima em resistir e resistir para não se partir... que teima em colar cada estalo e estalinho como se depois ficasse tudo novamente igual, liso e espelhado, sem rachas, sem falhas... Pára! Não coles mais! Deixa partir, deixa ruir! chega de ter medo! a seguir virá um vidro novo, mas apenas quando houver lugar para o pôr!
Entrega-te,
Deixa-te cair...
Alguém te há-de agarrar! Acredita... Acredita.
terça-feira, 14 de junho de 2011
E eu nunca menti.
Descobri finalmente o meu valor, o valor substituível.
Quem me dera ter chorado todas às vezes que me apeteceu fazê-lo. Agora... até para isso, é tarde demais.
Quem me dera ter chorado todas às vezes que me apeteceu fazê-lo. Agora... até para isso, é tarde demais.
domingo, 12 de junho de 2011
Atrás
O problema é nunca darem valor aquilo que está mesmo à sua frente.
Depois... depois queixam-se do que está atrás.
Depois... depois queixam-se do que está atrás.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Chave
O mundo é mesmo feito de idiotas! idiotas não... grandes idiotas mesmo!
Há que mandá-los todos embora pela porta de saída de emergência! E trancá-la bem trancada a seguir...
Eu já encontrei o trinco. Agora... agora só falta a chave.
Há que mandá-los todos embora pela porta de saída de emergência! E trancá-la bem trancada a seguir...
Eu já encontrei o trinco. Agora... agora só falta a chave.
domingo, 5 de junho de 2011
05/06
Quando começamos a esquecer-nos das datas, começamos a livrar-nos dos momentos.
O problema é quando depois de nos esquecermos, de repente voltamos a lembrar-nos... Pelo menos tu já esqueceste, eu metade, dá 3 quartos de caminho andado para o passado ficar bem livrado naquele livro onde finalmente deixaram de existir páginas em branco...
Hoje acordei, e tudo estava diferente... e desta vez... ainda bem!
O problema é quando depois de nos esquecermos, de repente voltamos a lembrar-nos... Pelo menos tu já esqueceste, eu metade, dá 3 quartos de caminho andado para o passado ficar bem livrado naquele livro onde finalmente deixaram de existir páginas em branco...
Hoje acordei, e tudo estava diferente... e desta vez... ainda bem!
Subscrever:
Mensagens (Atom)