Não, eu não confio. Porque nem sequer acredito. Precisava de alguma fé... um pouco apenas.
Sinto que algo grande está novamente a vir, e já não falta muito... a cada dia mais próxima... mas como sempre, nunca sei se vem por bem, ou novamente por mal... enfim... deixa ser, deixa acontecer... Há males que vêm por bem, e que todos os males que pra aí tenham acontecido, agora justifiquem um finalmente BEM!
Quero tanto...
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Proibidos a mim
Houve um tempo em que acreditei.
Acreditei que era possível. Que um dia podia ser eu. Que um dia calharia a mim. Que um dia eu valeria esse tanto... esse tanto que nunca mais alcanço! não há um lugar para mim, só para mim. Estou destorcida de tudo o que me rodeia, e em nada encaixo...
Casamentos.
Namoros.
Filhos.
Sexo.
Nada condiz com nada, nem sequer eu com alguma coisa! bolas... que interessa um cú metido numa saia e um decote que destaca um peito! as pessoas já só sabem olhar, já so querem olhar... ninguem sabe, ninguém conhece, ninguém quer saber... e os que querem, estão sempre, mas sempre... proibidos a mim.
Então porquê acreditar?
Acreditei que era possível. Que um dia podia ser eu. Que um dia calharia a mim. Que um dia eu valeria esse tanto... esse tanto que nunca mais alcanço! não há um lugar para mim, só para mim. Estou destorcida de tudo o que me rodeia, e em nada encaixo...
Casamentos.
Namoros.
Filhos.
Sexo.
Nada condiz com nada, nem sequer eu com alguma coisa! bolas... que interessa um cú metido numa saia e um decote que destaca um peito! as pessoas já só sabem olhar, já so querem olhar... ninguem sabe, ninguém conhece, ninguém quer saber... e os que querem, estão sempre, mas sempre... proibidos a mim.
Então porquê acreditar?
Janela
Um constante acende e apaga... como um interruptor à entrada do quarto, apenas à entrada... mesmo antes de entrar aliás... mas algo entra tão bom só de ver essa entrada... linda, perfeita e prometedora. Bem longe, bem fora, bem... proibida. Bem sem eu sequer a conhecer!
Mas... como sempre, fico apenas a espreitar pelo buraquinho da fechadura... à espera que me abram a porta, porque sem cartão de entrada o rico fica à porta... Porque os passos são apenas do nariz que vai bater mais uma vez na porta... tenho a certeza!
Um dia entro pela janela.
Mas... como sempre, fico apenas a espreitar pelo buraquinho da fechadura... à espera que me abram a porta, porque sem cartão de entrada o rico fica à porta... Porque os passos são apenas do nariz que vai bater mais uma vez na porta... tenho a certeza!
Um dia entro pela janela.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Frágil
É por isso que tantas vezes nem chego a falar.
Não se ouve uma nota que seja de tudo aquilo que soa cá dentro... basta uma fracção de silêncio, de nada, para apertar a mão, me apagar a coragem, a confiança e a certeza daquilo que sou, daquilo que sinto, daquilo que mais quero...
Não fraca... meramente frágil.
Subscrever:
Mensagens (Atom)