segunda-feira, 29 de abril de 2013

Até ao ponto

Até que ponto terei mesmo de me sujeitar seja ao que for?
Engraçado... todos me dão como garantida, mas nem eu dou a mim mesma. Uma falta de mim imensa, é isso! Podia ser simplesmente despreocupada, podia não querer saber, podia não estender a mão, podia nem ouvir, podia apenas ignorar, sem problema... mas há sempre uma parte de mim, um ''eu'' que olha para trás... que não se abstrai, que não esquece, que não larga! cresce miúda... já era altura disso. Já era altura de saberes ter estômago suficiente para não te quebrares devido à opinião de seja quem for. Já era altura de saberes dizer não a quem não merece de todo um sim. Já era mais do que altura de não teres medo...

Medo... nunca fez sentido.

terça-feira, 23 de abril de 2013

terça-feira, 9 de abril de 2013

Enough for you

E paira sobre mim e ronda-me, não sei bem o quê... sei que por motivo algum ando optimista e a sentir-me forte e se calhar devia de parar de procurar o motivo, o astro que me quer anunciar algo, os números que me querem dizer alguma coisa... se calhar é apenas uma energia sim, mas que cresce dentro de mim, devido a mim, por mim, nada mais, apenas isso. Estás diferente, estás mais... mais.

E como pode não ser bom o suficiente isso para ti?

terça-feira, 2 de abril de 2013

Sim

Sem luz.
Um ponto.
Vários...
Ultimamente são sempre vários.
Um certo e incerto ao mesmo tempo, baço, cheios deles e cheios de nada... e movem-se e fazem-me querer fechar os olhos e chorar. Sou eu assim, só eu junto ao rio ao final da tarde como de costume, mas só eu, com um ponto,
não,
vários que me impossibilitam de ver o que é realmente importante ver, porque não sei como parar de lhes dar importância...
E no fundo sou eu toda que me resumo a um ponto, não a vários, tão minúsculo que dependendo da perspectiva chega a nem sequer se ver...

Só queria conseguir parar de querer acreditar.