Tenho a certeza que se me tivesses conseguido olhar nos olhos, te terias simplesmente calado... (Nunca estivemos tão cegos!) Eu ainda me lembro dos teus... E como por vezes ainda dói... só pelo simples facto de nos conseguirmos lembrar...
Dizem que o amor é cego... mas o ódio... é bem, bem mais.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Suspensa
É claro que podia estar tudo bem agora, mas não está. Está apenas melhor... e essa é a única certeza que precisamos de ter para saber que a cada dia que acordarmos vamos sentir-nos mais perto do tal "bem".
Valeu a pena... aliás, Vale sempre a pena.
Um dia vou à lua, só para te ver! ...e a gravidade não me vai deixar cair quando não me deres valor por o ter feito.
- Sabes que hoje é a última vez que me vês, não sabes?
- Achas que te livras assim de mim?
- Não...
- Quem sabe o que virá?
- Até um dia... então.
- Até já...
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Gramaticamente falando
Encontrei-me.
Encontrei-te.
O 'me' antes do 'te', e o travessão a separar o verbo da pessoa. Incrível como as leis da gramática funcionam tão bem, feitas à medida da realidade, e foi sempre tudo tão real...
Encontrei-te.
O 'me' antes do 'te', e o travessão a separar o verbo da pessoa. Incrível como as leis da gramática funcionam tão bem, feitas à medida da realidade, e foi sempre tudo tão real...
STOP
The ground dropped out from beneath my feet,
My heart stopped and played it's final beat.
The clocks stopped and time don't mean a thing,
The bombs dropped and silenced everything...
One of these days... You'll know it. (I hope so)
------ - - - ---- - - - - - - -
-- - - -
- - - -- -
STOP
...2x Stop
...3x Stop.
(just to confirm! ;) )
My heart stopped and played it's final beat.
The clocks stopped and time don't mean a thing,
The bombs dropped and silenced everything...
One of these days... You'll know it. (I hope so)
------ - - - ---- - - - - - - -
-- - - -
- - - -- -
STOP
...2x Stop
...3x Stop.
(just to confirm! ;) )
domingo, 18 de setembro de 2011
Frustração negra
Lutaste, obtiveste, mereceste, mas não conseguiste, não foi suficiente.
é... mais do que frustrante.
é... mais do que frustrante.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Blindness
Como se estivesse a caminhar em direcção àquela tal luz branca... uma luz grande e branca prestes a definir-se a qualquer momento... a qualquer altura... e tudo pode surgir dela. Cega outra vez, é certo... mas desta vez, a cegueira levará-me a uma única verdade absoluta, sem enganos, ilusões ou promessas... Desta vez não é uma luz ao fundo do túnel, é o encadeamento dessa própria luz depois de ter saído do túnel... e que por enquanto é tão boa, tão quente e acolhedora... espero que não seja a mesma que um dia me fez entrar nele.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Riscos
Quando a folha está branca, tudo é possível de pintar! Mas nem tudo ficará tão bem, quanto as cores com que um dia alguém pintou o céu, ou a relva, ou o amor... por isso, inventa a tua cor, inventa o teu próprio lápis e risca até te apetecer, até partires o bico com a extrema vontade de preencher esse branco, sem medos, sem arrependimentos e com uma extrema vontade de pintar a folha seguinte! Mas com o extremo cuidado de não vincar a folha de baixo, para que a pagina seguinte seja sempre outra novamente lisa, branca e limpa... mais um pedaço da tua memória, do teu interior, que vais folhear mais tarde quando e sempre que te apetecer!
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Muro
Aprendes-te a saltar o muro. Melhor... aprendeste que é possível saltar o muro, que há uma maneira de o fazer, de passar-lhe por cima, certo... agora... Salta! Uma perna, a outra e não tenhas medo, o solo que os teus pés pisam é sempre o mesmo... o horizonte, esse, é que muda.
E é para lá que o vento te leva todos os dias...
E é para lá que o vento te leva todos os dias...
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Encosta
Eu não acredito no destino, acredito apenas que existe aquele 'timing' certo para cada acontecimento. Acredito que tudo até ao mais pequeno pormenor nos conduz sempre a algum lado e no final, claro, até à morte. Mas é claro que não pensamos nisso... para quê pensar que caminhamos para no final morrer? Assim deveríamos pensar com tudo o resto... o que interessa se caminho para algo ou não... interessa apenas que caminhe, sempre em frente, sempre na minha direcção, aonde o vento me levar, aonde me chamarem... aonde eu quiser. As coisas acontecem exactamente como, onde e quando tiverem de acontecer e mais tarde, em algum momento da nossa viagem, elas farão sentido... agora, que ela continue apenas, com consciência de cada passo que dou e conduzo, de bagagem cheia, costas direitas e com uma extrema vontade de subir mais uma encosta.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Chocolate
Com ou sem sentido, com ou sem planos, com ou sem amor, com ou sem amizade, com ou sem avante, com ou sem ti, com ou sem mim... existe e existiu e foi bem mais que um momento, uma outra página solta... foi um livro, daqueles pequenos e fáceis de ler, que guardo e recordo sempre que me apetecer, em qualquer momento, em qualquer altura... seja a que distância for.
Foi bem melhor do que chocolate...
Obrigada!
http://www.youtube.com/watch?v=cLjaWjrjpKo
Th(e)nd

Pior que a desilusão só mesmo a solidão e eu não estou, nem nunca estive sozinha mas o desapontamento, esse, conseguiu apagar todos os pontos bons e envolventes que tornaram-se finalmente em pontos finais. Acabaram-se os pontos de (in)terrogação e conclui que sempre foste tu quem tinha razão e que a partir de hoje sou eu.
Não é amar puramente, é 'desamar' puramente. É odiar, invertendo para o resultado ser finalmente o único correcto... (Guess who told me this...)
PS: Eu nunca te amei.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Fluído
E mais uma vez o medo provou que não tinha razão de existir... Se deixares fluir, acontecer, aos poucos... lá chegarás.
(Strange feeling coming around... a new one.)
(Strange feeling coming around... a new one.)
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
Abuso
Aquela fabulosa sensação começara a fluir muito antes dos medos começarem. Aliás, era meia noite e ainda era cedo para determinar uma noite como abortada. Os jogos, as risadas, as confianças criadas naquele mesmo instante e que se transformaram em picansos e vontades de simplesmente viver até apetecer! Eu, tu, ela, nós e eles! Daí surgiu o consumo, os excessos e os demais, a adrenalina de arriscar só mais um bocadinho, de esticar a corda até rebentar, até deixarem de haver cordas, deixando de se sentir o chão debaixo dos pés, e o céu a girar, as luzes em roda e tudo baralhado numa grande sinfonia de cores e sons que nos consumiam por dentro e por fora... os corpos encostados, o cheiro, a necessidade, a carência, a extrema felicidade e descontrolo que tanto necessitava de ter novamente e a vontade de entrega superior à decisão de entregar! Soltar-me, desprender-me, viver-me por inteira, mantendo a minha pessoa sempre em primeiro lugar, com a cabeça e aquilo que me torna quem sou, o que me distingue e porquê. Comer, cuspir e deitar fora? Nunca mais já me tinha prometido. Usar-me, gozar-me e fazer-me de burra? Os homens continuam a fazer das mulheres estúpidas e algumas até são mesmo. Só vão até onde deixarmos e nada mais é do que isto. Gostei e abusei como nunca antes o tivera feito, e quem continua a tomar as decisões e a determinar os limites, sou eu! Fui a primeira a não deixar-se levar por apalpões e beijinhos? Pois é mesmo isso que me deve distinguir e até eras uma peça boa de se mastigar e comer, e até saboreei bastante! Mas por dentro está podre, ôca, sem preenchimento total e eu sempre gostei de boa qualidade, que dure! Durar, ficar, respeitar, gostar, amar. Há-de haver quem o queira, venha a querer e deseje querer sempre! Foste a melhor parte da noite, mesmo com tanta estupidez e abusamento, foi graças a isso que provei a mim própria que sou mais forte do que pensava, melhor do que pensava, algo que vale muito mais do que posso imaginar e que sou dona de mim mesma e que dentro de mim há uma força capaz de excomungar muitos mais idiotas e patifes como tu. Obrigada, será uma noite memorável, das melhores de sempre, onde acima de tudo voei e alcancei, onde me apercebi que o mundo está cheio de idiotas, mas que eu, serei sempre diferente, sem ter de me esforçar para o ser, sem medo, sem receio, sendo simplesmente!
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Nostalgias de antigamente
Decidi desviar o caminho e passar por caminhos já percorridos como viciosa rotina, nos tempos de.... "antigamente". E lá estava ela, intacta. Como é óbvio não resistiu a certas modernices e inovações, mas continuei a senti-la minha, como sempre, só que agora está... gasta. Gasta sim. Aquelas tintas dos agora "antigos" jogos que desaparecem aos poucos com o tempo, onde passávamos horas sem ver as horas passar, minutos que transformavam-se em segundos para nossa tristeza e agora transformados em anos inteiros que percorrem a nossa memória... também para nossa tristeza? As árvores, como sempre, nunca pararam de cair e resta apenas uma resistente que teima em fazer sombra naquela que era a nossa grande escalada! Escalada nenhuma é hoje, qualquer um que tentasse fazer escalada naquelas colinas, não teria árvore que o apoiasse e onde marcasse a passagem dos níveis, enquanto avançava. E as mesas territoriais que se encontram exactamente nos mesmos locais, como marcos no topo das montanhas a marcarem o ponto mais alto de qualquer hora de recreio, onde os gangs, grupos e grupinhos 'pousavam' e permaneciam em convívio... como tudo o resto jazem ali, abandonadas, em harmonia com o enorme silêncio que em conjunto com o sol, cobrem qualquer escola no verão.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
P's
Nunca sou eu, Nunca é para mim.
Pretérito Perfeito, Pretérito Imperfeito, Presente do Indicativo e Futuro... condicional?
Pretérito Perfeito, Pretérito Imperfeito, Presente do Indicativo e Futuro... condicional?
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Motivo
Sabes?
Devia continuar a poder ser um motivo.
Um motivo para as dores de cabeça, um motivo para as insónias, um motivo para os dias tristes, um motivo para o ódio, um motivo para o pessimismo, um motivo para a angústia, um motivo para a medicação, um motivo para o médico, um motivo para o fracasso, um motivo para as más notas, um motivo para não arranjar namorado, um motivo para o desinteresse, um motivo para deixar de procurar... O problema, é que já não devia nem pode existir um motivo. Está tudo dentro da minha cabeça, dói tudo unicamente dentro da minha cabeça! O coração? morreu... paragem cardíaca mas, milagrosamente, a cabeça continua bem viva... mesmo que da pior maneira... Deve haver um motivo, diferente do primeiro, e eu quero acreditar nele... eu quero...
...tanta coisa. Queria dizer tanta coisa.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
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