terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Porque por vezes dói mais do que devia. Incomoda demais.

Porque nunca nenhuma felicidade implicou doer tanto enquanto esta ainda durasse. Porque não tenho a menor dúvida do quão feliz sou ao teu lado. Porque tudo isto me faz pensar que afinal não me conheço assim tão bem, afinal há muita coisa que não está arrumada, porque afinal não gosto assim tanto de mim como pensava, afinal não sou assim tão forte... nunca o somos.

Porque gosto tanto de ti, que tudo me dá medo de te perder... não porque não confie em ti, mas porque não confio em mim, e quando não confiamos em nós, não confiamos em ninguém...

Porque não consigo sequer chorar!
E acima de tudo, de tudo mesmo, gosto tanto de ti...

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Porque gosto tanto... porque gosto demais!

Porque és tu e eu, porque é a casa, o carro, os filhos, os planos para depois e o viver de agora. Porque contigo tudo é possível, porque em ti eu confio, em ti voo como nunca antes.. Porque não preciso de abrir os olhos para acreditar, porque é muito mais que um sentimento, é muito mais do que todo este medo que sinto e que sei que vou vencer... porque desta vez, eu acredito! porque quero, porque...

és tu. A cada dia que passa. A cada momento. A cada suspiro... simplesmente tu.

domingo, 4 de janeiro de 2015

"porque quem ama tem medo de perder"

Porque cada vez gosto mais, porque cada vez gosto mais mesmo!

O sentimento cresce, o envolvimento aumenta... e o medo cresce! contém... eu sei que desta vez é diferente, tem tudo para ser diferente! Mas o medo é tanto, tanto...

Gosto muito do verbo gostar de ti... Porque é amor, porque és tu. Porque quando gosto nunca sei escrever e estas... devem ser as palavras mais banais e foleiras que alguma vez escrevi!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Querer tracinho TE

20 cafés, 20 dias e 1 caixa de bombons. Tudo o que é necessário para uma boa história de amor começar.

Há momentos na vida em que eu tenho a certeza que simplesmente aprendemos a amar aquilo que nos faz bem, e eu pouco a pouco sei, que sei, que posso vir a amar-te. Porque eu quero, do verbo de querer, da futura conjugação
"querer tracinho te".

Muito mais hoje do que ontem. Muito menos hoje do que amanhã.

É tudo o que sei!




quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Não se trata de quando me abraça. De quando me dá um beijo na face. De quando diz que 'gosta de mim'. É só estranho... é só algo que não sei se quero. Porque estou demasiadamente bem sozinha e comigo para querer ter mais alguém na equação. Alguém que ainda não conseguiu fazer com que eu esquecesse isto tudo e me voltasse a entregar.

Complicada?

since 1993

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

E hoje senti vontade de escrever. Porque não é medo, nem desgosto, não é amor nem tristeza, é apenas... uma angústia, uma sensação tremenda de que estou, e vou, ficar sozinha.

Porque sempre que tenho vontade de escrever.... tenho vontade de chorar.

E desta vez... nem sei bem porquê.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

R

Às vezes chocamos literalmente com a pessoa certa mas nunca nos chegamos realmente a encontrar com ela...
o 'timing' certo por vezes nunca existirá.

Duas pontas soltas de atacadores que não atam nem desatam e mesmo assim andam sempre presos ao mesmo sapato...

Talvez simplesmente fosse preciso mais tempo... mas o tempo é aquilo que simplesmente me acabará por fazer desistir.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

É estranho.

Ainda falta, mas pouco.

Sinto quase tanta ansiedade como antes de vir. O que vem a seguir? quero fazer tanta coisa! quero que venha tanta coisa! e tenho quase a certeza que virá...

6 meses simplesmente voaram. E eu sabia que iam voar.... não quero ainda fazer balanços, porque ainda cá estou, porque ainda não sinto de todo que regressei, apenas que estou pronta para regressar. Porque nunca pensei que iria ter tantas saudades de casa, porque não quero realmente ficar, não aqui, não agora.

Foi tão bom! mas... está na hora de voltar. Comigo levo uma bagagens cheia de postais, cheia de bilhetes e fotografias, de algumas amizades, de crescimento... de alguns amores e desamores, bebedeiras, histórias que um dia contarei aos filhos e netos.

E quando voltar, sei que vai estar simplesmente tudo igual, rigorosamente igual, ao dia em que me fui embora. Estes 6 meses foram algo à parte que nunca terei palavras suficientes para descrever, mas foram sem dúvida, os 6 melhores meses da minha vida!

quinta-feira, 29 de maio de 2014

a Pau

Karma... karma everywhereeee

c'mon, é que vêm todos às mãos e às pasadas!

Bom ou mau? o resultado pode ser terrível, isso sei que sim, é tão óbvio mais uma vez. Que burros que somos! seres humanos idiotas que voltam sempre a acreditar no mesmo mal...

Não te metas a pau não... que levas logo com ele mais uma vez!

Estas já eu sei de cor e salteado...

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Luta

Quem vai à guerra dá e leva. E eu nem sequer dei... porque nem sequer lutei.
E mesmo assim acabo de levar mais uma pasada... achavas que ia ser assim tão ''fácil''?  
e de fácil isto nunca teve...

E a luta acaba de começar. Prefiro morrer durante a batalha do que antes. Se nenhuma outra hipótese existe...

Muito pior do que karma.

domingo, 27 de abril de 2014

Porque é mesmo estranho.

Como tudo já foi tão importante. O quão já fomos felizes, o quão já fui feliz naquele momento, o quanto eu gostava... O quão me entreguei, o quão era importante e agora são simplesmente páginas deitadas ao rio. É como se nem sequer tivesse sido comigo. Nada mais que apenas alguns segundos de uma certa nostalgia que me fez de novo escrever algumas palavras, não para ti mas para mim.


Oh promisses...



sexta-feira, 18 de abril de 2014

Porque estar longe custa. Mas estar longe e não conseguirmos fazer parte do que está perto custa mais.

Podia estar tudo a ser perfeito, mas não está, está simplesmente a ser ''muito bom'' e assim o direi sempre a toda gente. Porque sou uma sortuda, porque posso viajar, conviver, conhecer pessoas novas, comer, dormir e fotografar quando me apetece. É tudo verdade. Está a ser mais do que um virar a página! está a ser um livro completamente novo e a parte, um renovar total! Mas...

Não... não há mar, não há Lisboa, não há sol de verão, às vezes nem sequer sol... não há cafezinho na esplanada com pastel nata, não há sequer cafezinho (em lado nenhum). Não há comida da mãe, nem do avô, não há compal na mesa, não há o peixinho grelhado ao almoço nem o bacalhau ou o cabrito da Páscoa (é que nem as amendoas). Pão sem ser doce não é normal, queijo com sal não é normal, água sem gás não é normal, bolachas NORMAIS não é normal, pararem para atravessar numa passadeira não é normal, darem encontrões na rua e passarem à frente nas filas é normal! ter o meu espaço e privacidade numa casa onde regularmente habitam 7 ou 8 pessoas não é de todo normal. Não há um ''desculpa'', um ''obrigada'', nem sequer um "bom dia".

Não há... todos aqueles que são meus, que são importantes. Não há um abraço, um ''gosto de ti'', um beijo... Não há de todo, amigos. Sinto-me sozinha estando todos os dias rodeada de pessoas.

Sim... eu até gosto de viver aqui. Sim eu até me adaptei... sim eu ainda continuo a ser sortuda porque tenho um bilhete de regresso na minha mão e sei que dentro de pouco tempo estarei de volta. E sim, vou, quero e posso aproveitar cada segundo deste tempo para torná-lo em momentos inesquecíveis, de boas memórias e aprendizagens. Mas...

Não somos rigorosamente nada sem aquilo que será sempre nosso... sem as nossas origens, sem os ''meus'', sem sentir que pertencemos...

E eu aqui não pertenço.

terça-feira, 1 de abril de 2014

"Saudade"

Porque só em Portugal existe a palavra saudade.
Porque há sim momentos que sentimos que é o momento e o tempo chegou.

E nem sempre o tempo é tempo de coisas boas.

Que todos me perdoem e que eu me perdoe. Que tal poder de adivinhação que não adivinhe tão cedo. Que tal dor que sei que sinto só quando sei que tenho de sentir...  que adeus tão distante e tão amargo... porque todos os adeus são distantes e amargos em tempo e espaço,
"que a vida tem pressa que tudo aconteça sem que a gente peça..."

Porque a morte justa é sempre injusta e... custa.

https://www.facebook.com/photo.php?v=10152376261054579

segunda-feira, 24 de março de 2014

E esta alegria já ninguem me tira! Esta ninguém a pode roubar, porque vive-se hoje, amanhã e quando eu quiser...

Sem depender de ninguém!

sexta-feira, 21 de março de 2014

Dolce fare niente

Respira fundo e APRECIA.

Viajar. Comer. Beber. Dançar. Passear. Ver. Visitar. Fotografar. 

A combinação perfeita.
Muito melhor do que estar de férias.Muito mais do que podia imaginar. Muito mais...

eu!


segunda-feira, 10 de março de 2014

Deslocalizadamente errada.

Tanta coisa nova. Tanta visão nova. Tanta coisa boa e mesmo assim a má existe... talvez o problema seja mesmo só meu.

Tempo passa para que tudo isto passe e mesmo assim eu consiga viver!

sábado, 1 de março de 2014

E por fim enquanto nos afastamos vamos lentamente encontrando-nos. Não no mesmo lugar. Mas ao mesmo tempo.
E assim que o tempo corra, até ao reencontro final, quem sabe.

Quem sabe o momento certo ainda esteja para vir.

Ate ja

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

My own

Ele - Are u sure? :)
Eu - oh yes, I am!

Prefiro não sentir, ou melhor, prefiro evitar saber se vou ou não sentir, não agora. Talvez um dia tudo seja mais simples e fácil de gerir, por agora não é. Chamem-lhe ego ou a procura por ele, mas eu, neste momento, sei que o quero não envolve mais ninguém além de eu própria, do meu próprio divertimento e satisfação, onde não me entregue a mais ninguém a não ser a mim, nem que seja só por uma noite, quero apenas viver o EU.

Vemo-nos daqui a 6 meses my friend,
now, i'll keep on my own road!

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

é uma vontade de cantar imensa, man estou mesmo feliz! e o melhor é que sei porquê e não tenho medo de perder rigorosamente nada, porque a única coisa que tenho que me faz mesmo feliz sou eu própria!

oh milão... milão... milão :)

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Um 20 a fotografia, 2 malas de 20kgs, um corte de cabelo fabulástico e a voz naturalmente mais madura.

Agora sim, estou (quase) pronta!