quarta-feira, 2 de julho de 2014

É estranho.

Ainda falta, mas pouco.

Sinto quase tanta ansiedade como antes de vir. O que vem a seguir? quero fazer tanta coisa! quero que venha tanta coisa! e tenho quase a certeza que virá...

6 meses simplesmente voaram. E eu sabia que iam voar.... não quero ainda fazer balanços, porque ainda cá estou, porque ainda não sinto de todo que regressei, apenas que estou pronta para regressar. Porque nunca pensei que iria ter tantas saudades de casa, porque não quero realmente ficar, não aqui, não agora.

Foi tão bom! mas... está na hora de voltar. Comigo levo uma bagagens cheia de postais, cheia de bilhetes e fotografias, de algumas amizades, de crescimento... de alguns amores e desamores, bebedeiras, histórias que um dia contarei aos filhos e netos.

E quando voltar, sei que vai estar simplesmente tudo igual, rigorosamente igual, ao dia em que me fui embora. Estes 6 meses foram algo à parte que nunca terei palavras suficientes para descrever, mas foram sem dúvida, os 6 melhores meses da minha vida!

quinta-feira, 29 de maio de 2014

a Pau

Karma... karma everywhereeee

c'mon, é que vêm todos às mãos e às pasadas!

Bom ou mau? o resultado pode ser terrível, isso sei que sim, é tão óbvio mais uma vez. Que burros que somos! seres humanos idiotas que voltam sempre a acreditar no mesmo mal...

Não te metas a pau não... que levas logo com ele mais uma vez!

Estas já eu sei de cor e salteado...

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Luta

Quem vai à guerra dá e leva. E eu nem sequer dei... porque nem sequer lutei.
E mesmo assim acabo de levar mais uma pasada... achavas que ia ser assim tão ''fácil''?  
e de fácil isto nunca teve...

E a luta acaba de começar. Prefiro morrer durante a batalha do que antes. Se nenhuma outra hipótese existe...

Muito pior do que karma.

domingo, 27 de abril de 2014

Porque é mesmo estranho.

Como tudo já foi tão importante. O quão já fomos felizes, o quão já fui feliz naquele momento, o quanto eu gostava... O quão me entreguei, o quão era importante e agora são simplesmente páginas deitadas ao rio. É como se nem sequer tivesse sido comigo. Nada mais que apenas alguns segundos de uma certa nostalgia que me fez de novo escrever algumas palavras, não para ti mas para mim.


Oh promisses...



sexta-feira, 18 de abril de 2014

Porque estar longe custa. Mas estar longe e não conseguirmos fazer parte do que está perto custa mais.

Podia estar tudo a ser perfeito, mas não está, está simplesmente a ser ''muito bom'' e assim o direi sempre a toda gente. Porque sou uma sortuda, porque posso viajar, conviver, conhecer pessoas novas, comer, dormir e fotografar quando me apetece. É tudo verdade. Está a ser mais do que um virar a página! está a ser um livro completamente novo e a parte, um renovar total! Mas...

Não... não há mar, não há Lisboa, não há sol de verão, às vezes nem sequer sol... não há cafezinho na esplanada com pastel nata, não há sequer cafezinho (em lado nenhum). Não há comida da mãe, nem do avô, não há compal na mesa, não há o peixinho grelhado ao almoço nem o bacalhau ou o cabrito da Páscoa (é que nem as amendoas). Pão sem ser doce não é normal, queijo com sal não é normal, água sem gás não é normal, bolachas NORMAIS não é normal, pararem para atravessar numa passadeira não é normal, darem encontrões na rua e passarem à frente nas filas é normal! ter o meu espaço e privacidade numa casa onde regularmente habitam 7 ou 8 pessoas não é de todo normal. Não há um ''desculpa'', um ''obrigada'', nem sequer um "bom dia".

Não há... todos aqueles que são meus, que são importantes. Não há um abraço, um ''gosto de ti'', um beijo... Não há de todo, amigos. Sinto-me sozinha estando todos os dias rodeada de pessoas.

Sim... eu até gosto de viver aqui. Sim eu até me adaptei... sim eu ainda continuo a ser sortuda porque tenho um bilhete de regresso na minha mão e sei que dentro de pouco tempo estarei de volta. E sim, vou, quero e posso aproveitar cada segundo deste tempo para torná-lo em momentos inesquecíveis, de boas memórias e aprendizagens. Mas...

Não somos rigorosamente nada sem aquilo que será sempre nosso... sem as nossas origens, sem os ''meus'', sem sentir que pertencemos...

E eu aqui não pertenço.

terça-feira, 1 de abril de 2014

"Saudade"

Porque só em Portugal existe a palavra saudade.
Porque há sim momentos que sentimos que é o momento e o tempo chegou.

E nem sempre o tempo é tempo de coisas boas.

Que todos me perdoem e que eu me perdoe. Que tal poder de adivinhação que não adivinhe tão cedo. Que tal dor que sei que sinto só quando sei que tenho de sentir...  que adeus tão distante e tão amargo... porque todos os adeus são distantes e amargos em tempo e espaço,
"que a vida tem pressa que tudo aconteça sem que a gente peça..."

Porque a morte justa é sempre injusta e... custa.

https://www.facebook.com/photo.php?v=10152376261054579

segunda-feira, 24 de março de 2014

E esta alegria já ninguem me tira! Esta ninguém a pode roubar, porque vive-se hoje, amanhã e quando eu quiser...

Sem depender de ninguém!

sexta-feira, 21 de março de 2014

Dolce fare niente

Respira fundo e APRECIA.

Viajar. Comer. Beber. Dançar. Passear. Ver. Visitar. Fotografar. 

A combinação perfeita.
Muito melhor do que estar de férias.Muito mais do que podia imaginar. Muito mais...

eu!


segunda-feira, 10 de março de 2014

Deslocalizadamente errada.

Tanta coisa nova. Tanta visão nova. Tanta coisa boa e mesmo assim a má existe... talvez o problema seja mesmo só meu.

Tempo passa para que tudo isto passe e mesmo assim eu consiga viver!

sábado, 1 de março de 2014

E por fim enquanto nos afastamos vamos lentamente encontrando-nos. Não no mesmo lugar. Mas ao mesmo tempo.
E assim que o tempo corra, até ao reencontro final, quem sabe.

Quem sabe o momento certo ainda esteja para vir.

Ate ja

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

My own

Ele - Are u sure? :)
Eu - oh yes, I am!

Prefiro não sentir, ou melhor, prefiro evitar saber se vou ou não sentir, não agora. Talvez um dia tudo seja mais simples e fácil de gerir, por agora não é. Chamem-lhe ego ou a procura por ele, mas eu, neste momento, sei que o quero não envolve mais ninguém além de eu própria, do meu próprio divertimento e satisfação, onde não me entregue a mais ninguém a não ser a mim, nem que seja só por uma noite, quero apenas viver o EU.

Vemo-nos daqui a 6 meses my friend,
now, i'll keep on my own road!

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

é uma vontade de cantar imensa, man estou mesmo feliz! e o melhor é que sei porquê e não tenho medo de perder rigorosamente nada, porque a única coisa que tenho que me faz mesmo feliz sou eu própria!

oh milão... milão... milão :)

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Um 20 a fotografia, 2 malas de 20kgs, um corte de cabelo fabulástico e a voz naturalmente mais madura.

Agora sim, estou (quase) pronta!

domingo, 19 de janeiro de 2014

Idiotas, todos.

Todos os seres humanos são diferentes, facto. Mas eu creio que os homens andam por tudo a tentar provar que conseguem mesmo parecer quase todos iguais. Pelo menos todos aqueles que pretendem um dia serem verdadeiros homens e ainda não o são de todo. Como ironia da própria teoria, isto realmente acontece, sem qualquer outra explicação. Há realmente coisas em comum, principalmente quando fazem merda, que vão criando um rótulo que eu faço questão de colar na testa de todos os que até agora passaram! Por mim, por ti e por todas as ainda também não mulheres que até hoje conheci, pois não há homens que o sejam realmente, para fazerem delas verdadeiras mulheres!

e tenho dito.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

31-12

E o meu ano terminou com uma morte súbita a uns meros minutos da meia-noite. Já fui ao velório e já fui ao funeral. "Os meus pêsames" todos disseram.

Obrigada, agora estou muito mais leve!

No mesmo dia em que começou, assim acabou. 365 dias de história. Mais um livro metido na gaveta... e mais uma desilusão...

olha... vai à Merda!

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

14

12. Estabiliza.
13. De volta ao equilíbrio

E de volta ao equilíbrio, começo a fazer balanços deste ano.

Como começou o meu ano? Com um beijo longo e esticado numa mega noite rodeada de amigos e boa energia. Não aquele típico beijo à meia noite com o fogo de artifício. Não. Primeiro o Champagne, os abraços, os pais a ligarem e aí pelas 00h13 sim olhamos para a pessoa ao nosso lado, pedimos aquele desejo e... E assim se começa da melhor maneira o ano.

Acabo 2012 com o seguinte ponto: 1. Deixa-te ir.
E deixei. Deixei-me tanto ir que foi realmente bom enquanto durou. E só por azar enganei-me, a pessoa a quem me entreguei é bem mais confusa que eu, bem mais traumatizada (sei la eu do quê) e claro, caí. O único motivo pelo qual me deixaram cair, foi literalmente por ser boa demais, por lhe fazer lembrar a pessoa com quem desejou ficar o resto da sua vida. E com quem não ficou.

2. Levanta-te

Não foi fácil. Assim como o ano começou maravilhosamente bem, lhe seguiram uns meses realmente maus e que me roubaram o equilíbrio que tanto custou alcançar em 2012. Entrei leve, deixei várias coisas para trás e lançei-me para novas, estava tudo a andar sobre rodas, e mais uma vez, um homem, fez-me tropeçar e cair. E só em Maio inicei um novo ponto: 3. Encontra-te. E logo nesse mês em que me quis de novo encontrar... estragámos aquela mínima relação afável que existia entre nós. Só que havia saudade e desejo sim. Mas tu negavas, claro. "Não fazia sentido". Foi o pior dos erros, uma recaída pode ser muito fatal... E aquele que foi sem dúvida o pior momento, a pior noite do ano, que acabou por ter algo tão especial como saber que tenho verdadeiros amigos, uma mão tão especial que não me largou durante todas aquelas longas horas... rebentei por onde podia rebentar, ninguém comete o mesmo erro duas vezes e ninguém reaje a ele da mesma forma duas vezes. Foste Vasco e Tiago duma só vez, que azar. Errei e erras-te e até hoje nem mais uma palavra se ouviu de ti. Para ti morri, para mim tornaste-te em mais um remorso... um conjunto de palavras aqui entaladas e que vou ter de levar comigo para o próximo ano. Um assunto que arrumei, mas que ainda faz barulho na gaveta. Porque me entreguei a ti como a mais ninguém, porque foi especial, porque és especial. Porque a nossa combinação era assustadora para ti... não era tempo, pois não. Mas então quando é?

4. Resiste.
5. Basta-te.

Um Verão recuperador em parte. Um verão muito maluco e alucinante. Aconteceu de tudo, de 2 em 2 noites mudava de casa, ou de parque de campismo. A minha familia foi o verdadeiro caos, desde a avó que nos expulsou de casa aos berros comigo (mais uma pessoa para quem morri e deixei de existir a partir deste ano, fantástico!), à mãe que estava na fuseta, o pai em cacela e a Inês a mudar de parque de campismo todos os dias, desde o Caliço, a Cabanas, quarto na Fuseta, Faro, Altura, Tavira, Armação de Pêra... eu e a Sara corremos o Algarve. Ou melhor, o mexilhão conduziu mais num mês do que em todo este ano de carta que passou. Acabamos o Verão a malhar duas semanas no avante, onde apanhei a pior bebedeira da minha vida, onde acordei no dia a seguir com um pé quase partido e devorada literalmente por melgas da cintura para baixo, eram só babas. Existem fotos assustadoras. Com novos amores a porta, desde o Bargiela que regressa à sua história numa magnífica tarde de praia ao pôr-do-sol... o Gil tão novo e preocupado, nada que não tenha passado de uma noite muito confusa... e o Pedro, que entra aqui neste ano como um capítulo algo importante, que me fez reconsiderar o meu valor, perceber que eu valo muito mais que uma miúda gira com quem ele queria fazer sexo quando bem lhe apetecesse. Ainda tivemos conversas muito interessantes, deveras. Um rapaz muito inteligente, mas esperto demais, e cobarde claro! ter um relacionamento dá muito trabalho, e em primeiro lugar para o Pedro vem o Pedro, e o seu conforto e satisfação. Depois tudo o resto. Ora, tudo o resto é o que eu estou mais farta de ser, por isso meu amigo bem podes ir bater a outras portas, irra!

6. Aceita
7. Enfrenta o medo
8. Aguenta-te
9. Valoriza-te
10. Ignora
11. Esforça-te.

Quase de uma só vez, vêm esses 6 pontos. Uma verdadeira luta pessoal, que terminou no meu regresso à minha prazerosa estabilidade. É tão bom quando estamos equilibrados, satisfeitos por estarmos de acordo com nós próprios, atrás de objectivos meramente pessoais e nossos. Conheci muita gente nestes ultimos 4 meses... vivi muito este ano em geral e isso só pode ser bom. Tenho feito fotografia como nunca antes, tenho tido prazer nisso como nunca antes. Sinto que estou a aproveitar a vida e melhor ainda o vou fazer neste próximo ano. Cada vez entendo menos os homens, ou os meninos da minha idade e geração confesso. "És perfeita demais, és tão interessante e boa namorada que não te posso ter ao meu lado agora", "gosto da minha independência, uma namorada era o mesmo que agora ter de pensar em mim e agradar outra pessoa, que não é o que quero agora", "gosto da minha estabilidade, não vou estragar uma relação de 5 anos só porque não gosto daquela pessoa e gosto de outra". BEM. percebam vocês, estas 3 frases que me disseram este ano resumem a atitude cobarde e comodista destes rapazitos com quem me tenho cruzado, como hei-de eu perceber? Acho que já não posso fazer mais nada, a culpa não é deveras minha.

Por isso eu basto-me! Pelo menos por agora. Quem sabe, a vida está sempre a mudar, estão sempre novos caminhos a cruzarem-se com o nosso. O tempo continua a contar eu sei... mas com 20 anos a viagem acabou de começar...
Deixo para trás uma psicoterapia, uma pessoa que muita falta me tem feito e creio que fará a vida toda. É sempre bom termos aquela pessoa, espaço e hora para falar de tudo. Mas a partir do momento que ele deixa de existir, passamos a tê-lo conosco próprios sempre que necessário e talvez seja assim que deva ser. Sou uma pessoa muito mais reservada e contida. Mais desconfiada é verdade. Lá tenho os meus motivos, a minha experiência. E faz parte da vida confiarmos em quem não devemos, e o contrário.

Próximo ano 2014 quero arrancar com um grande ponto:

1. Aprecia

Aprecia a vida, aprecia Milão, os italianos, as massas, as ruas, a neve, o sol, os passeios, a independência, a língua nova e a cultura. Tira fotografias, vai a festas, museus e restaurantes. Aprecia e aproveita. Vão ser 6 meses de mudança, de conquistas. É isso que quero encontrar no seu total sentido. Falta-me algo, eu sei. Mas um dia eu sei que vou encontrar alguém que me preencha esse bocado. Eu sei que sim. E que ainda me vou rir de tudo o que tenho vivido nestes ultimos anos.

sábado, 28 de dezembro de 2013

11. Esforça-te

Está a ser exaustivo, mas muito recompensador, espero. Até agora tem sido, assim o será.

É o que tiver de ser.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

10. Ignora

No final das contas... chegamos todos às mesmas conclusões, uns mais tarde do que outros... uns depois de cometerem infinitamente os erros, outros antes.
Mulher prevenida vale por duas! Foi o que sempre ouvi dizer... se caísse tudo do céu, isto nem sequer tinha piada... e eu é que sou a deprimida que não fica fechada em casa!

Nada como ignorar gentinha ignorante!

domingo, 24 de novembro de 2013

6. Aceita
7. Enfrenta o medo
8. Aguenta-te
9. Valoriza-te

Eu queria mesmo falar sobre o ponto 10... mas como o 9 ainda está a ser realizado...
Deve haver algo mesmo errado comigo ou na minha maneira de lidar com as relações, com as pessoas... é muito mais do que azar, é muito pior que má sorte... estarei condenada? afinal toda a gente está a viver as suas, parece que com os outros tudo corre bem, os seus problemas e tal e tudo se resolve sempre. Se calhar não é assim tão complicado... só comigo.

Quase que consigo adivinhar o último ponto...

12. Pisga-te

Nunca mais...