segunda-feira, 30 de maio de 2011

Leave my madness alone and hold the bleeding mind!

The play was already over... you are the only one who keeps pretending.


Me? I've just started the climb.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Maxilar

Não existe mentira grande o suficiente para o tapar... esse buraco tão volumoso que tu fazes tanta questão de continuar a ocupar.

Deixa-me mentir bolas! Deixa-me viver a felicidade de quem conta uma mentira e toda a gente acredita, inclusivé tu! como as crianças... é um gozo tão grande! bolas, porque tens de ser sempre a criança que não sabe nada, não percebe nada e coitado... é normal... e ainda desmanchas as minhas petas! bolas... se não forem elas... sorriso mais nenhum se prega ao meu maxilar...

PS: Amo-te.

domingo, 22 de maio de 2011

sábado, 21 de maio de 2011

Assassino

Tenho saudades do preto... daquele fundo preto que me acalmava... não há uma aragem de paz à minha volta que me acalme... paz... nunca saberei definir tal palavra, tal sopro segredado que voa pelos ventos e nunca pára dentro de mim, nunca a consegui prender! incrível como mesmo na situação em que estou, quero prender algo para mim... não é que mais ninguém possa ter, mas devia ser a próxima a merecer tal sensação, era justo... quero tanto paz... essa paz... esse sono profundo e sereno... esse conforto, esse sorriso sincero que rasga orelha a orelha e que passa pelo coração... levaste de mim tudo! não pensas nisso? não te arrependes? não sentes o mínimo remorso?? Assassino... bolas... e eu a pensar que já sabia escrever sem mencionar a 2ª pessoa do singular...

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Idiota

Tinhas tanto medo de me perder, e não te cansaste de fazer tudo para que isso acontecesse... 2 vezes!
Sempre disse que o melhor era nunca me teres ganho...
Sim... idiota!

domingo, 8 de maio de 2011

Droga

És como uma droga regulada por mim e por ti. Se não for em excesso porque não consumir-te e aproveitar ao máximo o tempo do efeito? Sempre ouvi dizer que a droga, desde que a quantidade seja controlada, não é prejudicial à saúde do ser humano. Alucinar que somos felizes, sempre nos faz sentir a felicidade por instantes... Sem essa alucinação, vivemos afundados na dor da deprimência...

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Não expires

Depois de expirarmos e deitarmos todo o ar cá para fora, precisamos de inspirar novamente. Não existe qualquer intervalo entre essas duas acções. Mas eu não tenho um novo oxigénio para inspirar, se expirar não volto a inspirar a seguir. Então, ficarei sempre a asfixiar-me no meu próprio ar, preso cá dentro, porque não pode ser deitado cá para fora... Também, ou morro de uma forma, ou morro da outra!

Não se escreve

sim, eu ja sei, Aquilo que dizes não se escreve! Se escrevesse teria agora pilhas de folhas riscadas a preto porque nem o lápis soube usar! Também... passo a vida a esquecer-me da borracha em casa.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Já não sinto dor, mas o coração, esse... continua a doer! e chora, chora... espreme me os olhos até ficarem secos e vazios! cegos já eles são... Cegueira, a nova explicação possivel racional para esta coisa. Ceguinha de te ver, então que deixe de te ver! como quero fechar o livro se não paro de tentar escrever novas páginas?! se me vais colocando novas folhas em branco para eu escrever e acusares-me de ser eu quem imagina! Se não houvessem folhas em branco, este livro já teria ganho pó!

Pois... Vai à merda!

domingo, 24 de abril de 2011

Junto a mim

Há dias em que acordo e descubro que ainda sei sonhar.

Enquanto houver marés há céu e mar, há a tua forma de existir... com calor e frio. E enquanto a maré sobe e desce, eu continuo a caminhar, calçada sobre a areia, à espera de poder sentir de novo as conchas debaixo da palma dos meus pés... a sensação de ter mais um par de algo a caminhar junto ao que é meu, para não ter medo...

Esta mística saudade de um corpo encostado ao outro.

sábado, 9 de abril de 2011

Outro nada

Será o inicio de outro livro, outra história... ou simplesmente uma outra página?... Com final definido, o mesmo de sempre, o real, o incerto ou totalmente desconhecido... Talvez esteja novamente a espera que o sonho acabe e passe... deve estar quase.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Representador

nada sabe a nada... porque tudo tem de ser encenado. Não fingido, encenado... são coisas diferentes! Eu não finjo que estou feliz quando estou contigo, eu represento uma pessoa feliz que está contigo, porque já soube o que era isso. E não é isso que qualquer bom actor faz? Buscar sentimentos já vividos e colocá-los ali, naquele momento, naquele personagem? O Humano é um completo actor, representa tão completamente que é dor, a dor que deveras sente! Neste caso a felicidade, porque eu sinto-me, estou e represento bem quando estou contigo! No entanto tudo continua a saber a nada... a peça já acabou e eu... bem eu continuo em palco.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Espécie

Mesmo que te empurre, aproxima-te... cair é para os que se dominam pela lei da gravidade. E nós Nunca tivemos os pés bem assentes na terra... típico da nossa espécie.

domingo, 27 de março de 2011

Pequeno

Agora já sei... És pequeno demais para tornar um grande sonho realidade, especialmente o meu.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Apetecimentos


Não é que sequer me apeteça rir... também não me apetece chorar, habituei-me mas dói, como se nos injectassem algo na cabeça, depois a cabeça incha, passa para o pescoço, os ombros e os braços! como se tivesse andado a carregar camiões o dia inteiro! Não, nada há-se poder pesar assim tanto! Nem tu...

domingo, 20 de março de 2011

Desistir

Não tenho forças nem coragem para desistir de nada... Espero ter para desistir de tudo.

sábado, 12 de março de 2011

Em vão


É tão triste sonhar tanto em vão. É tão triste sentir que vivemos a realidade em vão!... porque nunca foi real, porque foram apenas sonhos, alucinações, e... eles eram tão bons! e porque não se vão embora? Porquê? Vivemos destinados à cegueira do coração e dos olhos, que vivem de sonhos grandes e pequenoa e depois uns tornam-se realidade... outros não. Amanha-te!

Banalidade humana

Estamos todos destinados à vulgaridade... uns mais do que outros. Como máquinas com livro de instruções, e quando avariam... ou metemos uns químicos próprios para o tipo de avaria, ou chamamos o mecânico... e todos funcionamos assim. O que varia é a máquina, branca, preta, de lavar roupa, loiça, de costura... o que a faz funcionar, viver, o que a faz bombar e ser algo útil, é sempre o mesmo. Banalidade humana...

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Fuga de luz

Tudo tem um fim. E neste fim acordo sempre de manhã na minha cama, com o primeiro raio de sol, aquele que entra pela janela todos os dias, à mesma hora, porque a cortina ficou mal fechada...

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Formas temporais


Antes de ontem tudo existia e os meus olhos fechavam-se de tanto sonhar!... Ontem, fui obrigada a abrir os olhos e acabei sozinha... Queria fugir para longe e esquecer que tudo existiu, que o mundo existia. Hoje... Hoje também. Hoje é sempre igual a ontem. O Amanhã é que continuará a ser uma verdadeira incógnita, e o depois de amanhã... bem, esse simplesmente não existe.

Continuo a não saber em qual delas me encaixo...