sábado, 23 de julho de 2011

Agendado

"Um dia vou conhecer o amor. Hoje é o dia."

Está agendado.

Vulgar


Medo de ser vulgar?
o que é ser vulgar?
ser feliz, ser humano, sem mais nem menos?

Sem dúvida que faz falta ser assim, apenas um pouco. O erro é exactamente o medo de o sermos. Quando tememos ser algo, acabamos por nos tornarmos em nada...

Acho que não é a pergunta correcta.

Impossibilidade

Podia ter sido, e ser, e não foi.
Possível, possível, impossível.

Ainda penso nisso. Acho que nunca pensaste nisso.

Medo, insegurança

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vai tudo bater neste mesmo muro.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Cansaso


Sinto-me tão cansada... este cansaço... estou cansada de tanto me cansar, estou cansada de cansar-me tanto... estou cansada porque acima de tudo tenho todo o direito de estar cansada e porque há muito que me devia ter cansado!

Ai pah como isto cansa... cansa mesmo.

domingo, 17 de julho de 2011

Aquilo que já foi meu era bom

Tudo e todos se arrumam e reunem... sem mim.
Sem mim e... menos eu.

O mundo é uma bola redonda que não pára de girar... tudo o que vem, passa e vai... e é claro que não volta. Continua sempre girando e girando e ocupando o lugar e a vida de outras pessoas...

Tudo... era mesmo tudo. E ainda é tudo... mas sem mim.
Deixou de ser meu. Deixei de lhes pertencer.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Ocamente

A sensação de sermos "ocamente" felizes.

Forçar uma energia que não existe, é como fazer cair neve no meio de um deserto... passado um tempo ela derrete porque o clima é quente e insuficiente para aguentá-la... Podia ser o momento mais feliz da minha vida se esse 'algo' tão importante não me faltasse. Podia senti-lo como daquela vez, da cabeça aos pés, se... se esse 'algo' existisse! mas o que será?

Está tudo tão contrariado, tão destruído, tão incompleto... cheio e cheio de vazio... a rebentar cada vez mais com todo este vazio! como um deserto cheio de... cactos. Aqueles cactos que decidi plantar, porque sobrevivem mais tempo...

Cadente

Como podias pedir um desejo se deixaste-a novamente escapar? Pois... se calhar só reparaste que era cadente depois de ter simplesmente "escapado"... É tramado quando temos apenas milésimas de segundos para pensar naquilo que mais queremos na vida.

Hate

Next step: Hate.

Can i get through it? ...Wish me luck.

Percebendo

Um dia percebes que sempre te disse a verdade e como tu nunca soubeste fazê-lo também.

Queixa

Quando eu fazia tudo por ti, tu queixavas-te e choravas. Até que deixei de fazer tudo por ti e tu... queixas-te e choras na mesma. O mais engraçado é que nunca reparaste em nenhuma delas...

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Vou comprar um cacto

Há flores que por mais que as reguemos, elas murcham e acabam sempre por morrer, mais cedo ou mais tarde.

É por isso que as pessoas, em certo sentido, são substituiveis. Somos todos diferentes, todos marcamos de formas diferentes, mas todos podemos ser o namorado/a de varios, a amiga/o incondicional de outros, porque as pessoas acabam sempre por separarem-se, perderem-se pelos caminhos mais desviantes e inclinados... Ontem aquela pessoa foi importante, hoje aquela pessoa é importante, amanhã aquela pessoa é importante... 3 tempos diferentes, 3 pessoas diferentes. Não existe o valor inegual... temos sempre de substituir o daquela pessoa, "seguir em frente". Não somos únicos e indispensáveis na vida de ninguém. Nunca o fomos, nem seremos...

Humanos, what else?

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Nojo

Há coisas que mesmo que a cabeça perdoe... o coração não deixa. Não deixa, mesmo. E quando acumulamos aqueles "perdoares" todos, aqueles desiludires e engolires amargos que não tivemos coragem de mastigar e cuspir! Sim... ja mete nojo.

Cházinho que já passa :)

http://www.youtube.com/watch?v=Vry5vhn26Oo

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Copas

Como a melhor cartada de copas, onde o objectivo é alcançar o mínimo pontos possível, e fazer os outros alcançarem-nos com cartas de ouro que valem 1 ponto e a de dama de espadas que vale 13... quando temos o azar de apanhar com muitas dessas cartas perdemos a ronda porque ficamos com muitos pontos... Mas, quando apanhamos todas essas cartas (o que é raríssimo) essa carrada de pontos é acrescentada em todos os jogadores e nós ganhamos... onde o conjunto de muito azar, vira a nossa maior sorte! está ganho! O problema... o problema é quando não aproveitamos bem essa ronda e depois perdemos nas outras... e acabamos por perder mesmo o jogo...
Há que saber jogar...


Será desta? Ai como merecia...

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Leitura

Eu escrevo porque gosto de escrever. Escrevo de tudo sobre tudo, naquele momento, lugar, o que me apetecer, sobre quem eu quiser e principalmente sobre eu própria e ninguém tem nada a ver com isso, e ninguém vai realmente saber o que significa, excepto EU! Escrevo porque é meu, porque quero deixá-lo bem escrito! Escrevo para um dia mais tarde abraçar-me e dizer: "Já passou... está tudo bem" e sorrir.

(Pres)sentimentos

Tudo o que sempre pressenti, suspeitei e pensava, foi sempre verdade! eu sempre soube, sempre pareceu e até era... o problema, é que só dou importância ao que pressenti no passado, e não penso naquilo que agora pressinto, realmente parece e é, hoje.

E como os parênteses separam bem as duas palavras...

domingo, 26 de junho de 2011

Estalos


Sou como um vidro... estalado. Um vidro estalado de tanto estalar, estalos sem mão, estalos com braço e que continua a deixar que lhe atirem pedras e teima em resistir e resistir para não se partir... que teima em colar cada estalo e estalinho como se depois ficasse tudo novamente igual, liso e espelhado, sem rachas, sem falhas... Pára! Não coles mais! Deixa partir, deixa ruir! chega de ter medo! a seguir virá um vidro novo, mas apenas quando houver lugar para o pôr!

Entrega-te,
Deixa-te cair...

Alguém te há-de agarrar! Acredita... Acredita.

terça-feira, 14 de junho de 2011

E eu nunca menti.

Descobri finalmente o meu valor, o valor substituível.

Quem me dera ter chorado todas às vezes que me apeteceu fazê-lo. Agora... até para isso, é tarde demais.

domingo, 12 de junho de 2011

Atrás

O problema é nunca darem valor aquilo que está mesmo à sua frente.

Depois... depois queixam-se do que está atrás.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Hoje... Hoje a saudade voltou a pertencer-te.

Chave

O mundo é mesmo feito de idiotas! idiotas não... grandes idiotas mesmo!
Há que mandá-los todos embora pela porta de saída de emergência! E trancá-la bem trancada a seguir...
Eu já encontrei o trinco. Agora... agora só falta a chave.

domingo, 5 de junho de 2011

05/06

Quando começamos a esquecer-nos das datas, começamos a livrar-nos dos momentos.

O problema é quando depois de nos esquecermos, de repente voltamos a lembrar-nos... Pelo menos tu já esqueceste, eu metade, dá 3 quartos de caminho andado para o passado ficar bem livrado naquele livro onde finalmente deixaram de existir páginas em branco...

Hoje acordei, e tudo estava diferente... e desta vez... ainda bem!